País intermedio

No Día Internacional da Tradución rescato estes versos de Gonçalo Tavares.

[…] Um tradutor habita um país intermédio,
um país que não existe no mapa, país
hesitante, país que é feito da invenção vocal
de dois amantes aparentemente
incompatíveis. Se existissem mais tradutores
o número de guerras diminuiria, quem
duvida?
[…]

Gonçalo M. Tavares. Viagem à Índia. Canto VII. Estrofe 46

Lectura crítica

Armando Requeixo publica unha lectura crítica de Ahora y en la hora de nuestra muerte, de Susana Moreira Marques, editado por Libros de K. O. e traducido por ao castelán por min, na páxina 2 do suplemento dominical do Diario de Ferrol, do 19 de agosto de 2018.

Aquí.